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domingo, 3 de outubro de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Consumo: a força que move a economia

O Brasil se transformou numa economia de massa, graças ao aumento da renda e do crédito. Estima-se que em 2020, o consumo das famílias brasileiras será de 5 trilhões de reais.
Especialistas querem entender as tendências comportamentais que motivam o consumo das diferentes classes econômicas e que fazem as cestas de compras expandirem-se cada vez mais.
As três principais tendências são:
1. Quero ter mais
2. Quero saber mais
3. Quero experimentar mais
Entender os imperativos do nosso próprio consumo é sempre um desafio, mas profissionalmente é fundamental entender o espírito do consumidor. Afinal, toda a comunicação (publicidade, embalagens, produtos e ações) deve focar numa das tendências acima. Se consumir pressupõe querer sempre e mais, resta descobrir o que se quer ao consumir mais e mais.
Fonte: revista Exame de 28/07/2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Mayana Moura: a publicidade brasileira ganha uma nova musa

Mayana Moura é excessiva. Muitas jóias, muita maquiagem, muita beleza. O glamour nunca é minimalista, glamour pede harmonia, sofisticação no excesso.
A novela Passione da Globo revelou essa garota rock'n'roll para o grande público e deu para a publicidade brasileira uma musa de peso.
Sim, porque quando trabalhamos com comunicação identificamos rapidamente, antecipadamente, a relevância de determinadas musas para o mercado publicitário e as marcas que podem ser agregadas a sua personalidade.



As imagens são da edição de julho de Joyce Pascowitch traz a eleita do csar da moda Karl Lagerfeld num ensaio glamouroso
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Marketing de Luxo em Sex and the city

O filme é uma aula de publicidade e marketing de moda. As grandes marcas trafegam pelas cenas inspirando novos desejos, alimentando sonhos de consumo que vão desde aventuras nas arábias, a declarações de amor num Rolex vintage, a um iPhone que permite a uma mulher romântica e ciumenta, em pleno deserto,localizar seu marido em Nova York.
Mais glamour, só mesmo um Louboutin dourado, fugir do tédio num avião particular levando suas melhores amigas, encontrar um Aidan num mercado do outro lado do mundo, voltar pra casa e encontrar um Big submisso, caseiro, enciumado e ganhar um anel de diamante negro da Cartier com votos de uma vida a dois: me and you/just us two.
terça-feira, 2 de março de 2010
A FORMA A SERVIÇO DO CONTEÚDO
A tecnologia e os efeitos em 3D utilizados na superprodução de Avatar de James Cameron contribuiu para levar milhões de pessoas a assistirem ao filme, mas, de certo modo, acabou falando-se pouco do roteiro, sobre a importância do filme, prevalecendo os discursos sobre investimento e pirotecnia.O filme é um bom exemplo pra falar da relação entre forma e conteúdo.
A estratégia de comunicação, as técnicas visuais utilizadas seja numa obra de arte, num filme como Avatar ou numa campanha publicitária servem para expressar a essência de seu conteúdo, do que pretende comunicar. A forma está a serviço do precisa ser dito, do contrário o objeto em questão resulta vazio, sem substância.
Avatar é pleno de poesia e beleza porque nenhum efeito é desnecessário: a rede que abraça, que protege aquele que repousa, a montanha que flutua, a árvore das almas, tudo é pleno de significado.
A tecnologia do filme mostra e convida a uma reflexão sobre o quanto ainda somos primitivos, o quanto nos falta aprender sobre a natureza que nos cerca e que nos constitui, o quanto usamos nosso conhecimento para destruir e o quando nosso plano espiritual ainda é limitado, mas que a nossa prepotência acredita sermos soberanos num universo infinito.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O FILME PUBLICITÁRIO DA CHANEL

Durante as férias assisti ao filme Chanel. O longa é um grande filme publicitário. A vida da estilista que conhecemos através da história da moda não corresponde a narrativa de Anne Fontaine. O cuidado com a reputação da marca e da maison Chanel é nítida, mas resultou na criação de um filme "publicitário" frio, que não coaduna com o espírito da marca. Audrey Tautou - uma atriz que gosto - constroi uma Gabrielle bela, magra, mas insignificante no trato com a dor, as angústias da personagem, que fez o mundo inteiro se vestir de preto, em luto pela morte de Boy Capel.
terça-feira, 28 de abril de 2009
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