sábado, 27 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
JOYCE PASCOWITCH - VIRTUAL PAPER
http://revistajoycepascowitch.uol.com.br/
Aqueles que já foram meus alunos na disciplina de Redação Publicitária (mídia impressa), na universidade, sabem da minha predilação por essa publicação. Uma revista autoral, que traz o testemunhal da Joyce nos anúncios, uma revista que já nasceu com personalidade. Sempre achei complicado a leitura de revistas pela internet,porque sempre são muito editada e acabam cortando justamente as matérias ´mais interessantes e intrigantes. E as primeiras páginas a serem cortadas são as dos anunciantes, o que para mim como profissional de comunicação e publicidade deixa o veículo pela metade.
A Joyce no entanto coloca a disposição do leitor a revista na íntegra, da primeira a última página, com direito a lombada e um barulhinho que acompanha o folhear de cada página. Um luxo.
Continuo achando que o prazer tátil de ler uma boa revista é insubstituível, principalmente, para os profissionais que a usam como instrumento de trabalho, marcando páginas, separando matérias com post-it coloridos, compartilhando em sala de aula, no escritório e na vida as informações que consideram relevantes. Mas para aqueles que já se renderam à internet ou que ainda não conhecem a publicação, recomendo um encontro mensal com uma de minhas publicações nacionais favoritas.
terça-feira, 2 de março de 2010
A FORMA A SERVIÇO DO CONTEÚDO
A tecnologia e os efeitos em 3D utilizados na superprodução de Avatar de James Cameron contribuiu para levar milhões de pessoas a assistirem ao filme, mas, de certo modo, acabou falando-se pouco do roteiro, sobre a importância do filme, prevalecendo os discursos sobre investimento e pirotecnia.O filme é um bom exemplo pra falar da relação entre forma e conteúdo.
A estratégia de comunicação, as técnicas visuais utilizadas seja numa obra de arte, num filme como Avatar ou numa campanha publicitária servem para expressar a essência de seu conteúdo, do que pretende comunicar. A forma está a serviço do precisa ser dito, do contrário o objeto em questão resulta vazio, sem substância.
Avatar é pleno de poesia e beleza porque nenhum efeito é desnecessário: a rede que abraça, que protege aquele que repousa, a montanha que flutua, a árvore das almas, tudo é pleno de significado.
A tecnologia do filme mostra e convida a uma reflexão sobre o quanto ainda somos primitivos, o quanto nos falta aprender sobre a natureza que nos cerca e que nos constitui, o quanto usamos nosso conhecimento para destruir e o quando nosso plano espiritual ainda é limitado, mas que a nossa prepotência acredita sermos soberanos num universo infinito.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O FILME PUBLICITÁRIO DA CHANEL

Durante as férias assisti ao filme Chanel. O longa é um grande filme publicitário. A vida da estilista que conhecemos através da história da moda não corresponde a narrativa de Anne Fontaine. O cuidado com a reputação da marca e da maison Chanel é nítida, mas resultou na criação de um filme "publicitário" frio, que não coaduna com o espírito da marca. Audrey Tautou - uma atriz que gosto - constroi uma Gabrielle bela, magra, mas insignificante no trato com a dor, as angústias da personagem, que fez o mundo inteiro se vestir de preto, em luto pela morte de Boy Capel.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
UM CONTO DE NATAL
O blog entrelinhas estava de férias junto comigo. Nesse meio tempo trabalhei num livro de comunicação de moda, concorri ao doutorado em Linguística e escrevi alguns ensaios. Segue abaixo o ensaio publicado no caderno de cultura do Diário do Nordeste sobre Um conto de Natal de Charles Dickens. Analiso aqui o espírito de natal e o ethos dickensiano. Espero que gostem e que juntos a gente construa um 2010 muito muito feliz


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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
DEBATE "O DIABO VESTE PRADA"
Cineclube Unifor: Debate, realizado por Márcio Acselrad, professor de Comunicação Social da Unifor e Tânia Dourado, pesquisadora em moda e comunicação. No debate - O Diabo veste Prada: baseado no livro Lauren Weisberger.
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