
Durante as férias assisti ao filme Chanel. O longa é um grande filme publicitário. A vida da estilista que conhecemos através da história da moda não corresponde a narrativa de Anne Fontaine. O cuidado com a reputação da marca e da maison Chanel é nítida, mas resultou na criação de um filme "publicitário" frio, que não coaduna com o espírito da marca. Audrey Tautou - uma atriz que gosto - constroi uma Gabrielle bela, magra, mas insignificante no trato com a dor, as angústias da personagem, que fez o mundo inteiro se vestir de preto, em luto pela morte de Boy Capel.